Ambos
são investigados por causa do superfaturamento de até 300% na compra de tanques
de combustíveis para os presídios de quatro cidades. Sorocaba é uma delas
Agência BOM DIA
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) afastou nesta semana o
coordenador dos presídios da região central do estado, José Reinaldo Maracajá
da Silva, e o diretor técnico do Núcleo de Engenharia da coordenadoria, Samuel
Costa Garbin.
Ambos são investigados por causa do superfaturamento de até
300% na compra de tanques de combustíveis para os presídios de quatro cidades.
Sorocaba é uma delas. Ainda aparecem na lista Campinas, Hortolândia e
Itirapina.
O caso já havia sido divulgado pelo estado em julho e envolve
gastos de aproximadamente R$ 1,617 milhão, em seis licitações sob suspeita.
Alckmin decidiu pela exoneração do coordenador e do diretor técnico após uma representação feita pelo secretário da Administração Penitenciária, Lourival Gomes.
Alckmin decidiu pela exoneração do coordenador e do diretor técnico após uma representação feita pelo secretário da Administração Penitenciária, Lourival Gomes.
A Coordenadoria de Presídios da Região Central é uma das mais
importantes do estado. Com sede em Campinas, ela cuida do maior complexo
penitenciário localizado em Hortolândia.
Antes de chefiá-la, José Reinaldo havia dirigido os presídios
do oeste do estado, onde estão detidos os chefes do PCC (Primeiro Comando da
Capital). Para seu lugar foi nomeado Luiz Carlos Catirse, que dirigia as
penitenciárias da região noroeste.
A investigação do caso foi aberta pelo secretário Lourival
Gomes. Ele havia determinado à corregedoria da pasta que fizesse uma devassa
nos contratos dos tanques de combustível e pedido à Secretaria da Fazenda a
realização de uma auditoria. A apuração foi concluída na semana passada e
constatou que a coordenação dos presídios dirigiu o processo de compra dos
equipamentos. Eles serviriam para substituir tanques antigos, conforme
exigência da Cetesb.
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