do Agora
Os brinquedos de parques e praças públicas estão quebrados ou precisando de uma boa manutenção para o Dia das Crianças. O Vigilante Agora
visitou, na semana passada, playgrounds de dez parques e dez pracinhas das cinco regiões da cidade e só em sete não foram encontrados problemas.
visitou, na semana passada, playgrounds de dez parques e dez pracinhas das cinco regiões da cidade e só em sete não foram encontrados problemas.
Outros nove foram reprovados e quatro podem garantir a diversão das crianças, se passarem por alguns ajustes.
Na praça João Azevedo Borges, na Vila Nova Cachoeirinha (zona norte), por exemplo, os balanços e gangorras foram arrancados. Para brincar com sua neta de dois anos, o autônomo Ezequiel Messias, de 53 anos, leva a corda e monta o balanço na estrutura de ferro que sobrou. "Essa praça está abandonada. É por isso que lotam os grandes parques, quando poderíamos ter espaços de lazer próximos de casa", observa Messias.
Resposta
Secretaria culpa vandalismo e afirma que vai vistoriar locais
Secretaria culpa vandalismo e afirma que vai vistoriar locais
A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras informou que todas as praças apontadas com problemas pela reportagem serão vistoriadas pelas subprefeituras de cada região.
O órgão diz que algumas das praças apontadas fazem parte do Projeto Florir ou já estão na programação para os devidos serviços de manutenção e zeladoria.
A pasta afirma ainda que muitos dos brinquedos são alvo de vandalismo e depredação. Para informar irregularidades, os cidadãos podem utilizar o telefone 156, as praças de atendimento das subprefeituras ou o site da prefeitura.
A Secretaria do Verde e do Meio Ambiente informou que estão sendo feitos levantamentos para a compra de novos brinquedos nos parques lineares do Fogo, na zona norte de São Paulo, e Ermelino Matarazzo, na zona leste. A prefeitura diz ainda que uma licitação para a compra de novos brinquedos para o parque Santo Dias já está em andamento.
Com relação à segurança, segundo a pasta, o parque conta com vigilância contratada e, quando necessário, são acionadas a Guarda Civil Metropolitana e a Polícia Militar. A Secretaria de Assistência Social informou que equipes de orientadores sociais estão treinados para abordar pessoas em situação de rua, mas que a maioria recusa atendimento.(CA)
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