segunda-feira, 24 de abril de 2017

28/4 Veja a escolas particulares que aderiram a Greve Geral do dia 28/4

Professores da rede particular de ensino na cidade de São Paulo (SP) decidem pela adesão à greve geral do dia 28 O trabalho de mobilização e de orientação será intensificado pelos sindicalistas do SINPRO-SP, com visitas às escolas e distribuição do boletim, adesivos e camisetas aos professores. Nesta última semana, quatro carros de som vão percorrer todas as zonas de cidade. Você, que é a favor da greve geral, e tem filhos estudando em escolas privadas, onde a maioria de professores estão na dúvida se aderem ou não à greve, peça a presença de uma Comissão de Esclarecimento do SINPRO-SP, pelo telefone (11) 5080-5988, para uma conversa prévia com eles. http://www.sinprosp.org.br/noticias.asp?id_noticia=2673 VEJA ÁS ESCOLAS PARTICULARES DA CIDADE DE SÃO PAULO QUE JÁ ADERIRAM À GREVE NACIONAL DO DIA 28
Santa Cruz
São Luis
Palmares
Escola Viva
Lourenço Castanho
Santi
Rainha da Paz
Oswald de Andrade
Gracinha
Carlitos
Grão de Chão
Escola Recreio
Colégio Equipe
São Domingos
Giordano Bruno
Vera Cruz
Nova Escola
Colégio Certus
Colégio Viver
Ofélia Fonseca
Hugo Sarmento
Espaço Brincar
Ítaca
Arraial das Cores
Carandá Vivavida
Escola da Vila
Anglo 21 (Santo Amaro)
Colégio Friburgo
Escola Primeira
Escola Fazendo Arte
Politeia
Escola Alecrim
Cursinho Maximize
Projeto Vida
Leonardo Da Vinci (Anglo Osasco)
Jacarandá
Colégio Notre Dame
Colégio Friburgo
SESI Vila Leopoldina (ensino médio)
Colégio Ressurreição
Colégio Marupiara
Maple Bear (Granja Julieta)
Colégio Viver (Cotia)
Santa Clara
Be.living
Stance Dual

Dia 28 de abril, greve geral em defesa dos nossos direitos

Está claro para toda a sociedade que o governo Temer quer acabar com os direitos e garantias dos trabalhadores de todas as categorias. Reforma da Previdência, desmonte da CLT, terceirização irrestrita são propostas que demonstram a disposição selvagem em entregar o Estado a interesses privados, a qualquer preço.
Exemplo dessa determinação está na forma com que Temer tem tentado aprovar as reformas no Congresso Nacional. Da distribuição de cargos à liberação de emendas e ao controle dos votos pelo cabresto, vale tudo. O resultado é o que importa: impor à sociedade mudanças de altíssimo custo que, se aprovadas, dificilmente poderão ser revertidas.
A sociedade brasileira não pode permitir a violação de seus direitos. O único caminho é o da retomada do Brasil pelas mãos do povo na greve geral do próximo dia 28.
Cresce mobilização entre os professores das escolas privadas
A cada dia, a decisão de parar ganha corpo entre os professores. Esse crescimento é percebido nas ligações que o SinproSP recebe na linha exclusiva e nos pedidos de materiais, de informações gerais e de visitas às escolas.
Discussões internas ocorrem nos intervalo de aulas, nas reuniões pedagógicas ou mesmo no final das atividade, em escolas de diferentes perfis e tamanhos, confessionais ou não, e espalhadas por toda as zonas da cidade – norte, sul, leste e também oeste.
Nem sempre é uma discussão fácil, mas muito necessária e que está surtindo efeito. Levantamento preliminar indica que já está confirmada a paralisação em cerca de 100 escolas. Esse número vai aumentar até o dia 28.
O trabalho de mobilização e de orientação será intensificado, com visitas às escolas e distribuição do boletim, adesivos e camisetas aos professores. Nesta última semana, quatro carros de som vão percorrer todas as zonas de cidade.
A greve é um direito constitucional e um ato legítimo de uma categoria que é muito diversificada, mas encontrou unidade na luta em defesa das aposentadorias e dos direitos trabalhistas.

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