domingo, 11 de junho de 2017

A “ditadura civil” do usurpador chegou ao andar de cima? E agora acreditam que foi golpe?

A “ditadura civil” do usurpador chegou ao andar de cima? E agora acreditam que foi golpe?
A revista Veja publicou matéria sobre as supostas investigações da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) contra o Ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin.
Claro que qualquer matéria da revista Veja deve ser lida, sempre, com muitas ressalvas. Mas a nota da ministra Carmem Lúcia aponta que os indícios devem ser fortes de que o presidente Temer e a Abin podem ter cometido mais um crime. Claro que demanda uma investigação séria por parte do Supremo Tribunal Federal e da Polícia Federal.
A nota da ministra lembra que uma ação destas é própria de ditaduras, como se vê nesta Trecho:
"Própria de ditaduras, como é esta prática, contrária à vida livre de toda pessoa, mais gravosa é ela se voltada contra a responsável atuação de um juiz, sendo absolutamente inaceitável numa República Democrática, pelo que tem de ser civicamente repelida, penalmente apurada e os responsáveis exemplarmente processados e condenados na forma da legislação vigente."
Como os Jornalistas Livres e outras mídias independentes têm divulgado, há mais de um ano muitas vozes têm apontado que vivemos um golpe e uma ditadura em novos moldes (um consórcio entre parlamento corrupto, mídia hegemônica, judiciário politizado e até atuações pontuais do exército). Um capitão do exército, por exemplo, foi usado para prender jovens que participariam de uma manifestação pacífica e, posteriormente, promovido enquanto os jovens foram processados. Em outro episódio o exército, de maneira ilegal para muitos juristas, é chamado para impedir uma manifestação em Brasília.
O Supremo Tribunal Federal e o Ministério Público tem a obrigação que investigar e verificar todas as ações da Abin, inclusive contra os movimentos populares.
Salvemos a democracia e o Estado de Direito enquanto é tempo e para isto deve-se frear o estado policial que se abate sobre o Brasil.

Amei
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