sexta-feira, 28 de julho de 2017

Trabalho informal segura desemprego. Número de carteiras tem recorde negativo

tijolaço

cartass
Como nos demais indicadores econômicos, o desemprego, medido pelo IBGE, reflete nosso quadro de estagnação na crise.
O número do desemprego aberto, pela primeira vez em muito tempo, deixou de subir e apresentou mesmo uma pequena recuperação. Passou de 13,7% para 13%.
Ainda assim, 1,9 milhão de pessoas desocupadas a mais do que há um ano, quando ocorreu o impeachment.
A notícia ruim, e reiterada, porque não reverteu a tendência, é que, embora estatisticamente estável, o número de trabalhadores com carteira assinada voltou a cair e é o menor da série história das pesquisas.
Perderam-se, desde o início da crise e do predomínio das políticas neoliberais, no finalzinho de 2014, 3,2 milhões de carteiras assinadas.
Mesmo antes da reforma trabalhista, a crise já vinha fazendo o que o mercado quer: acabar com o regime de garantias do trabalho, talvez o maior símbolo da modernização do Brasil.

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