De Nicola Pamplona e Laís Alegretti na Folha de S.Paulo.
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O diretor do Museu Nacional, Alexander Kellner, cobrou responsabilidade do governo federal na alocação de recursos para o museu e pediu apoio para a reconstrução. Em maio, antes da comemoração do bicentenário, ele já alertava sobre as precárias condições do edifício.
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O museu guardava o meteorito do Bendegó, o maior já encontrado no país, e uma coleção de múmias egípcias. Também o crânio de Luzia, a mulher mais antiga das Américas. Além de coleções de vasos gregos e etruscos (povo que viveu na Etrúria, na península Itálica).
Em maio, o diretor do Museu Nacional Alexander Kellner, 56, criticou a falta de verbas. “O maior acervo é este prédio, um palácio de 200 anos em que morou dom João 6º, dom Pedro 1º, onde foi assinada a Independência. A princesa Isabel brincava aqui, no jardim das princesas, que não está aberto ao público porque não tenho condições”, disse à Folha.
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