Hoje, 5 de junho, é celebrado o Dia Mundial do Meio Ambiente, comemoração instituída há 50 anos. Nessa mesma data, em 1972, em Estocolmo, na Suécia, a Organização das Nações Unidas (ONU) realizava uma conferência para discutir o futuro ambiental do planeta.
Naquele tempo, as emissões de gases de efeito estufa já atingiam níveis preocupantes e o evento acendeu o primeiro alerta sobre essa causa. Nessa conferência foram estabelecidos alguns princípios para orientação da política ambiental mundial. Aliás, foi a partir daí que autoridades de todo planeta passaram o ver com outros olhos os problemas relacionados ao meio ambiente.
Datas como esta são muito importantes para lembrarmos dos cuidados que devemos ter com nosso planeta, onde somos apenas mais um inquilino dentre tantos dos reinos animal e vegetal. Compreender o planeta Terra como um ser vivo é fundamental para uma mudança de atitude. Os povos originários têm muito a nos ensinar sobre isso.
No Brasil, em especial nos últimos três anos, a destruição ambiental tem sido uma política de governo. Nunca vivemos um período de tamanha destruição, que passa pelo estímulo institucional ao desmatamento, queimadas, garimpos ilegais, invasões de terras indígenas, desmonte das instituições e órgãos fiscalizadores, conselhos, etc.
Os biomas brasileiros e seus povos originários agonizam sob a égide da barbárie instalada no país. Mas reagem e contam com muitos brasileiros nessa saga.
Nesse 5 de junho, façamos uma reflexão honesta acerca de nossa responsabilidade sobre a situação atual e o papel que temos no planeta, seja nas atitudes mais simples do cotidiano, como reciclar e não desperdiçar, seja na escolha que fazemos, através do voto, para os poderes executivos e legislativos municipais, estaduais e federais.

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