da UPES
Hoje, realizamos a MAIOR paralisação da história do Tito. Lotamos o os corredores, debatemos em cada sala e mostramos que a juventude não vai aceitar calada a imposição do Programa de Ensino Integral (PEI), que está sendo enfiado goela abaixo pela Secretaria da Educação do governo Tarcísio, sem ouvir alunos, pais, professores e comunidade escolar.
O que está em jogo não é só a mudança na grade, é a destruição do ensino público que atende a juventude trabalhadora da periferia. O PEI afasta estudantes que precisam trabalhar, reduz a oferta de disciplinas importantes e transforma a escola em um espaço de vigilância e obediência, esvaziando o papel crítico da educação.
Essa política não é isolada: faz parte de um projeto maior, articulado com o governo federal de extrema direita, que desmonta os serviços públicos, precariza o futuro da juventude e entrega a educação aos interesses do mercado.
Mas nós dizemos: basta!
O grito que ecoou hoje no Tito é o mesmo que vai se espalhar por todo o estado e pelo país. Vamos seguir construindo comitês, organizando grêmios combativos e ocupando as ruas. Porque cada vez que eles tentam calar a nossa voz, voltamos mais fortes.
PEI NÃO! TARCÍSIO, A ESCOLA É NOSSA!
EDUCAÇÃO NÃO É MERCADORIA, É DIREITO!
Hoje, realizamos a MAIOR paralisação da história do Tito. Lotamos o os corredores, debatemos em cada sala e mostramos que a juventude não vai aceitar calada a imposição do Programa de Ensino Integral (PEI), que está sendo enfiado goela abaixo pela Secretaria da Educação do governo Tarcísio, sem ouvir alunos, pais, professores e comunidade escolar.
O que está em jogo não é só a mudança na grade, é a destruição do ensino público que atende a juventude trabalhadora da periferia. O PEI afasta estudantes que precisam trabalhar, reduz a oferta de disciplinas importantes e transforma a escola em um espaço de vigilância e obediência, esvaziando o papel crítico da educação.
Essa política não é isolada: faz parte de um projeto maior, articulado com o governo federal de extrema direita, que desmonta os serviços públicos, precariza o futuro da juventude e entrega a educação aos interesses do mercado.
Mas nós dizemos: basta!
O grito que ecoou hoje no Tito é o mesmo que vai se espalhar por todo o estado e pelo país. Vamos seguir construindo comitês, organizando grêmios combativos e ocupando as ruas. Porque cada vez que eles tentam calar a nossa voz, voltamos mais fortes.
PEI NÃO! TARCÍSIO, A ESCOLA É NOSSA!
EDUCAÇÃO NÃO É MERCADORIA, É DIREITO!


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